Protestos contra cortes de verbas na Educação ocorrem nesta quarta-feira no Maranhão

Os protestos ocorrem de forma pacífica, sem registro de feridos ou presos.

Maranhão Notícias

SÃO LUÍS – Alunos, professores e trabalhadores da Universidade Federal do Maranhão(UFMA) e Instituto Federal(IFMA), em São Luís em Imperatriz aderiram, nesta quarta-feira (15), ao movimento nacional contra cortes de recursos federais anunciados pelo Ministério da Educação (MEC). A manifestação ocorre em locais estratégicos, no caso de São Luís em frente a UFMA e interdições da Avenida dos Portugueses na área Itaqui/Bacanga.

Além do protesto, os manifestantes anunciaram a paralisação das atividades nesta quarta-feira.

O ato público tem o apoio e participação da Associação de Professores da UFMA, entidade que endossa o protesto por entender que os cortes de verbas vão comprometer a educação superior e ensino técnico das instituições.

Em Imperatriz o protesto conta com a participação de estudantes, professores e servidores da UFMA, IFMA e, e ainda, professores municipais em campanha de reajuste salarial.

O ato teve início na Praça Brasil, Centro, teve passeata pelas ruas da cidade e interdição da BR-010.

Nota enviada pelo IFMA

Aproximadamente 80 servidores se reuniram no auditório Conceição Alvarenga, IFMA – Campus Imperatriz, na manhã desta terça-feira (14). Eles aprovaram por ampla maioria a adesão à paralisação nacional em 15 de maio para protestar contra os cortes no orçamento das universidades e institutos federais. Assim, na próxima quarta-feira (15), os servidores vão interromper suas atividades técnicas e acadêmicas.

Além da paralisação desta quarta-feira (15) os servidores também, aprovaram o indicativo de greve geral, aderindo a um conjunto de diversos outros setores da sociedade civil organizada para realizar paralisação nacional a partir do dia 14 de junho por tempo indeterminado em prol da liberação imediata dos valores bloqueados pelo MEC e pela reforma da previdência, que de acordo com os servidores, tiram direitos conquistados por duras penas e precarizam ainda mais o setor educacional brasileiro.

(Foto: Divulgação).

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