Representante comercial explica suposto envolvimento em golpe de celulares

Luciano Terra Nova divulgou nota para esclarecer sobre condução à delegacia com outras três pessoas suspeito de golpe em loja de celulares.

 

Maranhão Notícias

IMPERATRIZ – O profissional autônomo Luciano Terra Nova divulgou uma nota de esclarecimento em seu perfil numa rede social para explicar sobre a ocorrência policial do fim de semana em que acabou sendo conduzido ao Plantão Central da Polícia Civil pela Polícia Militar com outras três pessoas suspeito de participar de um golpe contra uma loja de celulares. Ele disse que jamais teve envolvimento com crimes.

Num texto extenso, Luciano Terra Nova lembrou que trabalhou por 28 anos como representante da Editora Abril em Imperatriz e Região Tocantina, sempre primou para seriedade e acrescentou que o que fez foi “ao ver o anuncio de celulares no Facebook manteve contato com a pessoa responsável pelo anuncio e a indicou a um amigo, que acabou não comprando os aparelhos”.  Ele disse que, por ser amigo do lojista, ficou acompanhando a negociação, ocasião em que a PM apareceu e levou todo mundo para a delegacia.

Confira a nota, na íntegra e com edição para ajustes jornalísticos

Nota de Esclarecimento

Olhando um anúncio nesses grupos de Facebook vi que uma moça colocava a vendas vários celulares por um preço abaixo do mercado. Entrei em contato com ela pra pedir detalhes dos mesmos e por que ela estaria vendendo tantos celulares ao mesmo tempo por preço abaixo de mercado. Ela disse que tinha uma loja e iria se desfazer da mesma. Não questionei precedências, até porquê pra mim ela tinha documentos dos mesmo.

Pois bem amigos, eu não tenho loja pra comprar essas coisas, então indiquei ela a loja de um conhecido meu que poderia ter interesse nos aparelhos.

A moça foi lá na loja com os celulares pra tentar vender e como sou amigo do dono (dono da lojas) fui lá para ver se realmente ela era dona de loja e se os celulares tinha procedências mesmo.

Ao ver os celulares, a loja desistiu de comprar. Nesse espaço de tempo a moça foi abordada dentro da loja sobre os celulares por policiais, que perguntaram dos mesmos, e ela achando que poderia, sei lá, se safar, disse pra os mesmo que tinha vendido pra mim. Isso não é verdade, pois não tenho loja e que eu apenas tinha indicado a loja pra ela vender.

A partir daí fui acusado de ser participante de um esquema horroroso que essa moça tinha com outras pessoas. Não tenho, nunca tive e nunca terei sangue frio para estas coisas que abomino.

Entendo que é fácil pra os meios comunicação falar inverdades sem ouvir outro lado da história, sendo que outro lado é a verdade.

Quem me conhece sabe quem sou, agora, cabe a você que não me conhece acreditar no que alguns policiais andam dizendo por aí em grupos só porque são policiais e se jugam acima de tudo e todos, sem querer ouvir a outra história, no caso, na hora que foi abordado.

Quero aqui deixar bem claro o excelente trabalho do delegado de plantão Dr Lúcio Deomiro.

Em meus 50 anos de vida nunca “mijei fora do pinico” e não seria agora que eu iria fazer isso.

#Sempre respeitei as leis como um pilar da minha consciência, jamais vou mudar isso.

Obrigado a todos pelo apoio que tenho recebido, inclusive daqueles que escolhi pra ser minha família.

Durante 28 anos trabalhei numa (Editora Abril), empresa em que ganhei vários prêmios como excelente representante da mesma, não seria agora que eu iria apagar isso tudo. ( Foto: Divulgação- Facebook).

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