Morre o jornalista Wilton Alves, o Coquinho, uma referência do jornalismo na Região Tocantina
Coquinho fez história no jornalismo em Imperatriz e Região.
Maranhão Notícias
IMPERATRIZ- Morreu neste domingo(29), em Imperatriz, aos 77 anos, o jornalista. apresentador de TV e escritor, Wilton Alves Ferreira, mais conhecido como Coquinho, pioneiro da imprensa na Região Tocantina maranhense. Ele estava em tratamento de um câncer e não resistiu ao agravamento da doença.
Goaiano de nascimento, Wilton Alves adotou Imperatriz como sua cidade natal há mais de 50 anos onde fez história no jornalismo com atuação forte em jornais impressos, dentre eles, o Jornal O Progresso onde atuou na década de 1990 e da fundação da Associação de Imprensa da Região Tocantina(Airt).
“O jornalista goiano chegou a Imperatriz na segunda metade da década de 1970. Veio a convite do empresário Gerardo Marinho Lopes, da Irial Imobiliária, para fundar e dirigir o jornal “Gazeta de Imperatriz”. Após algum tempo, tendo saído da “Gazeta”, criou seu próprio jornal, a “Tribuna de Imperatriz”, para a qual convidou-me a escrever. Também editou jornal religioso”, diz trecho de uma nota do jornalista e pesquisador Edmilson Sanches.
Coquinho chegou a publicar um livro sobre Imperatriz e era defensor do Estado do Maranhão do Sul, segundo destacou Sanches.
A Agência Metropolitana do Sudoeste e Sul Maranhense (Agemsul), emitiu uma nota em que lamenta a morte de Coquinho e se solidariza com amigos e familiares do jornalista.
Velório
O velório está acontecendo na Assembleia de Deus Jardim das Oliveiras,, na Rua Bom Futuro, entre as ruas José de Queiroz e Glauber Rocha. Não há informação sobre horário e local do enterro.
Confira, a íntegra da nota
O jornalista, escritor, apresentador de TV e ex-microempresário imperatrizense Wilton Alves Ferreira faleceu neste domingo, 29 de outubro de 2023, em Imperatriz (MA).
Mais conhecido como “Coquinho”, o jornalista goiano chegou a Imperatriz na segunda metade da década de 1970. Veio a convite do empresário Gerardo Marinho Lopes, da Irial Imobiliária, para fundar e dirigir o jornal “Gazeta de Imperatriz”.
Após algum tempo, tendo saído da “Gazeta”, criou seu próprio jornal, a “Tribuna de Imperatriz”, para a qual convidou-me a escrever. Também editou jornal religioso.
Wilton apresentou programas de TV, foi microempresário (Peixaria Cocofly) e um dos mais ativos defensores da criação do estado do Maranhão do Sul, sonhada nova Unidade Federativa brasileira sobre a qual escreveu e publicou um livro e integrou organizações de de apoio e defesa da causa. Um “goianense” (goiano imperatrizense), Wilton era empedernido defensor das causas pró-Imperatriz e conhecedor de muitos aspectos da história do município, tendo escrito uma série de reportagens sobre os logradouros (ruas, avenidas etc.) de Imperatriz, reportagens que se transformaram em grande livro que o Wilton Alves Ferreira publicou e lançou.
(Foto: Arquivo Edmilson Sanches).