Preso por matar pastor em Paço do Lumiar vai responder crime em liberdade

Saulo Pereira Nunes passa a ser monitorado por tornozeleira eletrônica, trabalhar e não poderá sair de casa das 22h às 6h durante a semana.

Maranhão Notícias

SÃO LUÍS – O “réu confesso” do assassinato do pastor evangélico e técnico em informática Mackson da Silva Costa foi solto por ordem judicial. Saulo Pereira Nunes, que havia sido preso no dia 14 de outubro deste ano pelo homicídio, teve em seu favor uma liminar de soltura expedida pelo desembargador José Lopes Santos.

Pesaram para a decisão do desembargador José Lopes Santos, o fato de Saulo Pereira não responder a outro crime e por não haver indícios de que ele pretenda fugir da Região Metropolitana de São Luís, o chamado na linguagem jurídica como “distrito da culpa” e por ter colaborado com a Polícia Civil.

Saulo Pereira foi beneficiado com a liberdade mediante algumas condições, uma delas é a de ser monitorado por tornozeleira eletrônica. Ele, também, terá de comparecer em juízo, a cada trinta dias para informar e justificar suas atividades, comprovar vínculo empregatício; será proibido de mudar de endereço e de se ausentar da Comarca sem autorização judicial e a deverá se recolher ao ambiente domiciliar no período noturno, das 22h às 6h, de segunda a sexta-feira. Já no sábado, domingo e feriados durante o dia todo terá de se manter em sua residência, ou seja, prisão domiciliar.

O crime

Saulo Pereira Nunes, havia sido preso no dia  14 de outubro suspeito e acabou confessando ter matado e escondido o corpo do pastor assassino do pastor evangélico e técnico em informática Mackson da Silva Costa.

O corpo foi localizado enterrado em cova rasa no quintal da casa do suspeito no bairro do Maiobão, em Paço do Lumiar, na Grande São Luís, e as investigações da Superintendência de Homicídio e Proteção à Pessoa (SHPP) apontam que a motivação do crime foi ciúmes. O crime repercutiu muito naquela ocasião porque o pastor havia desaparecido há mais de dez dias e acabou tendo o corpo encontrado graças as investigações policiais e confissão do suspeito.(Foto: Arquivo).

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